A Rádio Besteirol apresenta mais um programa do seu amigo Elias Neira, "Momento do Corno", que tem o patrocínio das camisinhas recondicionadas "Maduro", aquela do sedutor pão-duro, e do estimulante sexual "Torrente", aquele que faz a ereção causar pulos prá frente.
Hoje começamos pela carta de Heliodoro Jabaquara, de Xerém. Ele escreve: "Amigo Elias, não aguento mais; estou a ponto de fazer uma loucura, pois toda vez em que chego em casa encontro minha mulher com um homem diferente."
Prezado Heliodoro, não cometa atos extemos, não destrua o amor tão bonito que existe entre vocês: apenas evite chegar à sua casa. Faça já sua reserva na Mazela Turismo e visite as ruínas da perimetral. Então compreenderá que o corno eleitoral é o mais sofrido de todos.
Escreve-me também o Salano Iguaçu, de Manguinho: "Querido Elias, não suporto mais: toda vez em que passo com minha mulher por um determinado vizinho, ele faz sinais obscenos para ela, e o pior: a danada corresponde!"
Não se desespere, meu caro Solano: quando for assim, deixe cair umas cinco moedas no chão e saia a catá-las, para fingir que não percebe o que acontece. Após pegar a última moeda, vocês já terão passado por ele, e aí para todos os efeitos você nada verá.
O Perivaldo Barroso, de Santa Cruz da Serra, me diz: "Amigo locutor, não sei o que fazer: sou negro e minha mulher é nissei, e no entanto o meu menino, que nasceu em casa, é louro de olhos bem azuizinhos."
Ora, Perivaldo, acho que você é um homem sem fé. Pode não ser um caso de cornice. Você não admite que Deus tenha operado um milagre?
A carta de Antonino Oboé, de Duque de Caxias, diz o seguinte: "Em frente à minha casa tem um campo de futebol, e toda vez em que os rapazes terminam suas partidas, entram em minha casa e fazem uma verdadeira maratona com a minha esposa. E o pior não é isso: é o insuportável cheiro de chulé e de cecê que sinto quando chego em casa."
Ora, meu querido: o seu problema é tão fácil que quase não chega a ser problema: mande sua esposa obrigá-los a tomar banho e lavar bem os pés antes da "maratona".
O Décio Roberval, de Campo Grande, me conta que sua esposa sempre o manda ir beber algumas cervejas à noite, e que, sempre que chega, a encontra enrolada nos lençóis com um vizinho de dezoito anos, vinte e cinco anos mais novo do que ela.
Querido Roberval, o seu caso só mostra que sua consorte tem um instinto maternal muito forte.
Aqui terminamos o nosso programa, que tem também o patrocínio do creme erótico para maduros Nero, aquele que produz som de bolero. Use Nero e você incendiará Roma.
Até a próxima, amados amigos, com mais uma edição do nosso programa "Momento do Corno".
Barão da Mata
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